quinta-feira, 5 de março de 2009
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
ENTREVISTA CARLOS MEIRA
"Recentemente nomeado coordenador distrital de Viana do Castelo, falou-nos da JP e da sua região. Carlos Meira, que diz faltarem referências na política, tem-se tornado uma por terras minhotas"
Que significado a nomeação para coordenador distrital de Viana do Castelo teve para ti e quais as responsabilidades que tens encontrado no desempenho dessa função?
Foi para mim uma enorme honra ter sido nomeado coordenador distrital de V.Castelo, uma enorme honra e sobretudo uma tremenda responsabilidade. Na política, tal como na vida, trabalho com base em objectivos e metas, e os objectivos que tracei com a minha equipa são de facto ambiciosos. Propusemo-nos a pôr a JP no mapa da política distrital, mas o objectivo principal é, de facto, fazer com que a JP cresça no Distrito em número de militantes, esse é o principal objectivo. Depois desse crescimento outros objectivos surgirão. Obviamente que temos metas traçadas, que a seu tempo revelaremos.
Como encontraste a JP no teu distrito? Quais foram os primeiros desafios e dificuldades?
A JP, no Distrito, com todo o respeito pelos meus antecessores e agora companheiros de luta, era praticamente inexistente, em termos de militantes, em termos de estruturas, em termos de voz.
Hoje em dia, e num prazo temporal muito curto, podemos dizer, e refiro, podemos, porque somos uma equipa a trabalhar e não só o Carlos, que a JP começa a ser uma voz viva no Distrito, e sobretudo no Concelho de Viana, como se viu agora com o Referendo que ocorreu em Viana.
A cidade de Viana é uma cidade historicamente com fortes ligações à esquerda, pelo que não foram fáceis os primeiros tempos, onde outras juventudes partidárias já estão há muito no terreno.
No entanto, podemos afirmar com segurança que a JP tem vida no Distrito,tem vida, e está a crescer, os resultados falarão por si. Somos uma equipa de acção e de poucas palavras.
Entre eventos, iniciativas e conquistas, como têm sido os primeiros tempos?
Tempos de muito trabalho, mas tempos fantásticos, e concerteza inesqueciveis.
Em termos de organização interna, que passos têm dado e que passos darão para desenvolver a estrutura da JP e disseminar a sua mensagem no distrito?
Estamos a tentar dinamizar ao máximo as estruturas concelhias, e a dar a conhecer a JP junto das instituiçoes escolares com vista a que os jovens conheçam a nossa mensagem em defesa do Minho e dos jovens alto-minhotos.
A relação directa e próxima com os jovens é uma marca típica da JP. Quais os problemas dos jovens do distrito com quem tens contactado?
Inúmeros , mas os problemas sentem-se sobretudo ao nível da falta do 1.º emprego. O Alto Minho é uma das regiões mais atrasadas da UE. Continuamos a ser vitímas do centralismo , doença que continua por erradicar em Portugal. Vivemos num país perfeitamente assimétrico, onde Lisboa se confunde com Portugal. O país não é só constituído por Lisboa,com muito respeito pela cidade de Lisboa, onde tenho familia e muitos amigos.
Enquanto essa assimetria existir, o país não vai evoluir. A juventude do alto minho vê-se obrigada a emigrar para a zona de Lisboa e Vale do Tejo, sob pena de cair no desemprego, ora isto trás atrás de si problemas variadissimos, como a desertificação das outras regiões. Sobre o tema aliás,sugiro a leitura das duas obras do Prof. de Coimbra, Prof. Dr. Manuel Lopes Porto.
Advinha-se um ano de muito trabalho em termos políticos, com três eleições à porta. Que papel se prepara a JP de Viana para desempenhar, muito em particular nas eleições autárquicas?
A JP vai naturalmente ter uma voz activa nas três eleições que se avizinham. Não temos medo do trabalho.O nosso papel nas autarquicas está dependente dos cenários que se vierem a traçar num futuro próximo.
Há uns tempos, o Presidente da República mostrou-se "impressionado" porque, segundo ele, os jovens não mostram interesse pela política. Achas que Cavaco Silva estava certo?
Certissimo. Senti imenso isso nos tempos que vivi em Barcelona, embora Barcelona e a Catalunha sejam um caso muito especifíco. Tenho familía espanhola e de facto em Espanha( a minha avó paterna era espanhola)p.ex. as questões politicas, e a intervenção cívica têm mais visibilidade do que no nosso país.
Qual te parece ser a melhor forma de cativar os jovens para a política?
Estou convencido que esse alheamento dos jovens em relação à politica, deve-se sobretudo à falta de exemplo dos mais velhos. O meu irmão mais velho costuma dizer-me , a mim que sou o mais novo, que " a antiguidade é um posto, mas um posto de exemplo"...e hoje em dia faltam grandes referências na Politica. São muito poucos os bons politicos, e os exemplos a seguir, mas creio que é nessa minoria que devemos depositar a nossa atenção e seguir os seus passos.
Que importância as juventude políticas em geral devem ter nesse processo?
Devem saber captar os jovens e mostrar que a politica pode ser muito bonita, e que as pessoas honestas também podem ter um lugar na política. A defesa da causa pública, a defesa da nossa região, dos interesses dos mais jovens, sem estar á caça de lugares, tachos, mordomias.
E a Juventude Popular em particular?
A JP deve ter uma papel especial. Costumo dizer que somos democratas-cristãos, temos uma doutrina a seguir,não uma ideologia, devemos pautar a nossa actuação com base nela.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
JP DINAMIZA MOVIMENTO EM DEFESA DO SIM

Referendo: Juventude Popular dinamiza movimento em defesa do Sim
Written by Ivone Marques
Dec 19, 2008 at 12:00 AM
Os jovens também já iniciaram o processo de mobilização para o Referendo Local de Viana do Castelo, marcado para Janeiro. A Juventude Popular entende que os jovens também têm uma palavra a dizer sobre este processo, até porque “o que está em causa é o futuro de Viana do Castelo”. Convidou inclusivamente a Juventude Social Democrata e a Juventude Comunista para a criação de um movimento conjunto de defesa da integração de Viana do Castelo na Comunidade Intermunicipal do Alto Minho mas, como até agora não obteve resposta, decidiu avançar sozinha na mobilização dos jovens para esta causa, tal como referiu à Geice Elsa Rolo.
A Juventude Popular parte então sozinha na defesa da integração de Viana do Castelo na Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, uma questão a referendar já no próximo mês de Janeiro. No entanto promete criar, em Viana do Castelo, uma campanha “com uma onda de energia nunca vista em Viana do Castelo”.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Nova Comissão Política VIANA DO CASTELO
PRESIDENTE – Carlos Nunes de Oliveira Morais Meira
VICE-PRESIDENTE – Elsa Lima Rolo
SECRETÁRIO – Vitor (ESTG)
VOGAL –Mário Rui Alves Freixo
VOGAL – Eduardo Luís Viana Geraz Caldas
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
REFERENDO JP PROPÕE MOVIMENTO JUVENIL
JOVENS ALHEIOS À COMUNIDADE INTERMUNICIPAL








